Não se pode deixar de dar o devido relevo à festa do padroeiro local, ainda que outras possam ser celebradas na mesma comunidade. A festa há-de ter sempre como fim principal a glória de Deus e o crescimento na fé de toda a comunidade. Todas as festas devem ter sempre em vista e pôr em evidência a Festa das Festas, ou seja, a Páscoa (festa primordial que dá só por si sentido a todas as festas). Ao dizer isto, implicitamente afirma-se também que o mesmo se deve dizer a respeito do domingo, dia do Senhor e da Igreja. Por causa disto, no dia da festa seja o ponto primordial a Eucaristia que deverá ser cuidadosamente preparada e o mais possível solenizada pela participação activa dos fiéis. Nunca se devem esquecer os preparativos nos dias antecedentes: a novena ou o tríduo em honra do padroeiro, com pregação substanciosa, celebrações penitenciais e a Reconciliação sacramental, tudo apontando para a missa da festa, com respectiva comunhão. Deste modo, a festa é como se fosse o final de um itinerário comunitário em que se solicita a conversão dos fiéis e a adesão das almas ao Evangelho, facilitando sobretudo o sacramento da Reconciliação.
Igreja de São Nicolau – Festa em honra do seu Padroeiro São Nicolau em 6 de Dezembro
Igreja de Nossa Senhora da Vitória – Festa em honra de Nossa Senhora do Rosário em 7 de Outubro
Igreja de Nossa Senhora da Oliveira – Festa em Honra de Nossa Senhora da Assunção em 15 de Agosto
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